Todo administrador clínico já avaliou diversas plataformas na hora de investir em tecnologias de tratamento estético, e muitos já cometeram alguns deslizes em suas decisões que, possivelmente, custaram caro a curto ou longo prazo. Para te ajudar a evitá-los, separamos neste conteúdo os 3 erros mais cometidos na hora de avaliar esses investimentos. Boa leitura.  

#1 – Esquecer ou não conhecer as variáveis do investimento 

Embora sempre seja feito o cálculo do preço de aparelho de radiofrequência estética antes de investir em uma nova tecnologia, algumas variáveis podem pesar muito para uma decisão assertiva e, em grande parte das vezes, são esquecidas ou nem sequer são conhecidas pelos administradores. Os valores de consumíveis utilizados nos procedimentos ou mesmo a comparação entre uma tecnologia e outra em relação ao tempo de sessão de cada uma vezes o número de sessões possíveis em um dia de atendimento são bons exemplos. Uma boa decisão que pode evitar esse erro é investir em plataformas já estabelecidas e com confiança no mercado que além disso, não dependam de consumíveis, como é o caso do Lavieen. Com sua tecnologia de laser de Thulium em estado puro, pode ser utilizado em diversos protocolos, estimulando a produção natural de colágeno na pele.  

#2 – Não avaliar o custo da ausência 

É bem comum que sejam avaliados somente os custos de aquisição da tecnologia, e em muitos casos, administradores e especialistas optem pela compra em sociedade. Mas há um grande problema nesse caso: o “custo da ausência” do aparelho. Quando alocada em sua clínica, a tecnologia pode ser utilizada para realizar diversos procedimentos diariamente, e, com a receita gerada pelo preço da sessão de harmonização facial, o tratamento de alguns pacientes já ajuda a reduzir o tempo de retorno sobre o investimento feito, além de abater o valor das parcelas. Ao não contar com a tecnologia no local ou nos dias em que está em posse de algum sócio, essa receita não é obtida e suas possibilidades de horários ficam limitadas.  

#3 – Deixar de investir em plataformas versáteis  

Talvez esse seja o maior dos erros cometidos na hora de investir em tecnologias de tratamento estético: não investir em plataformas versáteis e que podem gerar renda extra para a clínica. Atualmente, as clínicas investem em tecnologias que expandem seu portfólio de tratamentos, como é o caso do Ultraformer III, que utiliza ultrassom micro e macrofocado em protocolos que atendem tanto a região da face quanto outras áreas do corpo; do HairMetrix, uma tecnologia versátil que utiliza a inteligência artificial para fazer uma análise capilar completa que resulta na indicação dos melhores tratamentos capilares para cada caso e paciente; e do Vzet, um aparelho de ultrassom microfocado que alcança as pequenas áreas do rosto e do corpo para tratar flacidez, auxiliar em protocolos de emagrecimento e até mesmo tratar celulites.  

Essas tecnologias tendem a expandir ainda mais suas aplicações quando utilizadas em conjunto, em protocolos específicos que vão atender e solucionar cada incômodo dos pacientes. Por isso, não investir em tecnologias versáteis como essas é, possivelmente, o maior dos erros.  

Agora que você já conhece os principais erros cometidos ao investir em tecnologias de tratamento estético, é hora de trilhar um caminho diferente e apostar em opções que apresentam resultados reais para seus pacientes e retorno financeiro para sua clínica. Fale com nossos consultores, esclareça todas as suas dúvidas e invista com segurança.  

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